quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CONHECER A CRISTO SE MANIFESTA NA OBEDIÊNCIA – I João 2:3-6

Cremos que toda a vida cristã está baseada na fé! Ninguém pode viver com Jesus se não se converter, se não provar de arrependimento e fé (cremos que a conversão é um processo que envolve necessariamente a fé e o arrependimento).
Essa fé verdadeira nos leva a obediência aos mandamentos de Jesus. Ninguém consegue obedecer verdadeiramente a Jesus se não tiver fé; sem compreender e crer que Jesus é Salvador e Senhor da sua vida será impossível obedecer.
Muitos tentam viver obedecendo os mandamentos de Jesus sem ter fé – no entanto, esta forma de viver se mostra completamente infrutífera e frustrante. Outros vivem uma mentira ao dizer que tem fé em Jesus, mas isso não se manifesta em sua obediência.
João nos diz que conhecer verdadeiramente a Jesus nos leva a obedecê-lo, a cumprir sua vontade. No entanto, não fazemos isso para obtermos algo de especial; muito menos para conquistar um pedacinho maior no céu. Obedecemos porque cremos que Jesus tem o melhor pra nós. Obedecemos porque amamos o nosso Salvador!


  • Para meditar:

  1. Como você pode manifestar a sua obediência ao Senhor esta semana?
  2. Se a verdadeira fé é manifesta na obediência aos mandamentos, como podemos conhecer melhor esses mandamentos? Você acha perda de tempo conhecer e compreender o que Jesus tem a dizer sobre a nossa vida?
  3. Dos mandamentos que você sabe que Jesus tem para a sua vida, qual tem sido o que você mais tem tido dificuldade para obedecer? Ore por isso e clame pelo auxílio do Espírito Santo.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A VITÓRIA DEFINITIVA CONTRA O PECADO – I João 2:1,2

Só existe uma única solução para o problema dos seres humanos com o pecado: Jesus! Jesus é a única possibilidade de experimentarmos uma vitória definitiva contra o pecado.
Isso não quer dizer, no entanto, que estamos imunes ao pecado e não iremos mais pecar. Mas isso quer dizer que, mesmo quando pecamos, temos em Jesus aquele que pode cuidar de nós nessas situações.
Com isso, podemos acolher a instrução de João: "Escrevo-lhes essas coisas para que vocês não pequem." Quando caminhamos com Jesus e já experimentamos a vitória definitiva contra o pecado podemos batalhar contra nossas tentações e, em situações específicas, deixar de pecar.
No entanto, também sabemos que a perfeição moral é impossível! É aí que precisamos aprender a confiar em Jesus, pois Ele é o Advogado Eficaz, o Justo e a Propiciação* dos nossos pecados.

*Propiciação é um sacrifício feito por alguém que aplacou a ira de um deus. Quando dizemos que Jesus é a nossa propiciação entendemos que Ele recebeu em si a Santa Ira de Deus e o castigo que nós merecíamos.



  • Para meditar:

  1. Você já se viu diante de uma situação de pecado (ou que você poderia ter pecado) e não pecou porque Jesus agiu no seu coração?
  2. O texto nos diz que Jesus é o nosso Intercessor (Advogado) diante do Pai. Se Jesus é o nosso Intercessor e Ele é o Intercessor Justo (perfeito), então, não precisamos de mais ninguém intercedendo por nós diante de Deus. Nem outras pessoas religiosas, nem nós mesmos. Em algum momento da sua vida você tentou depender de alguém (vivo ou morto) para interceder por você diante de Deus?

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O ENGANO DAS TREVAS E A VERDADE DA LUZ (Parte 2) – I João 1:5-10

Existe uma solução para este caminho de trevas que é o pecado: Jesus é a única forma de andarmos na Luz!
Andar na Luz nada mais é do que viver em verdadeira comunhão com Deus. Se você já experimentou de verdadeira conversão e crê que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador da sua vida, então, você anda na Luz.
No entanto, João nos diz que aqueles que andam na Luz precisam cultivar algumas disciplinas espirituais em suas vidas. Uma dessas disciplinas é a vida de comunhão: se andamos na luz, então, temos comunhão. O que implica dizer que a única forma de eu ter comunhão com os discípulos de Jesus é se eu mesmo for um discípulo e andar na Luz.
João também nos ensina que o perfeccionismo não é de Deus. Ou seja, você não precisa ser moralmente perfeito para andar na Luz. Basta que você confie que "o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." (Vs. 7b)
Além disso, João expõe a necessidade de cultivarmos uma disciplina de confissão de pecados. Se andamos na Luz e cremos que o sacrifício de Jesus nos purifica dos nossos pecados, então, não precisamos ter medo de nos achegarmos e confessarmos os nossos pecados diante de Deus.
Confessar pecados nada mais é do que concordar com aquilo que Deus diz a nosso respeito: que somos pecadores! E quando nós confessamos estamos dizendo para Deus que somos incapazes de alcançar o perdão e, assim, confiamos nEle que é "fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça." (Vs. 9b).


  • Para meditar:

  1. Como você pode saber se tem provado de comunhão verdadeira com os discípulos de Jesus ou se é apenas uma amizade agradável?
  2. Você costuma cultivar uma disciplina de confissão de pecados diante de Deus?
  3. Tire um tempinho de oração de confissão de pecados agora.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O ENGANO DAS TREVAS E A VERDADE DA LUZ (Parte 1) – I João 1:5-10

O principal problema da humanidade é o pecado! Diante das grandes adversidades em que vivemos, alguns chegam a pensar que o grande problema da humanidade é um ou outro sistema econômico, ou um partido político, ou a fome, ou as doenças. E ainda que a gente saiba das coisas terríveis a que estamos sujeitos, nada afeta mais e nada arrebenta mais a nossa vida quanto o pecado.

Neste texto, João diz que é impossível caminhar com Deus e permanecer andando em trevas. Se Deus é luz, então, Ele não pode conviver com trevas! É impossível provar de comunhão com Deus e continuar vivendo mentiras e imoralidades.

Ainda que uma parte daqueles que se dizem cristãos continue vivendo a mesma vida apodrecida, guiada pela carnalidade, precisamos crer que, aqueles que são verdadeiramente cristãos, se empenham em caminhar na luz, assim como Deus está na luz.


  • Para meditar:


  1. João fala de gente que dizia ter comunhão com Deus, mas que andava em trevas. Um dos enganos das trevas é tentar mostrar uma espiritualidade que é apenas de aparência. Você já fez isso? Que dificuldades você teve que enfrentar como consequência disso?
  2. Quando falamos a respeito do pecado, é muito difícil olhar para nós mesmos. Nós temos facilidade para enxergar o pecado na vida dos outros, mas, muitas vezes, não olhamos pra nós mesmos. A melhor forma de identificar isso em nossas vidas é observando se somos rígidos demais com o erro dos outros e complacentes demais com o nosso. Isso acontece com você?
  3. Algumas pessoas acham que porque estão se sentido bem, não tem feito nada de errado. Acham que o importante é que estão felizes. Qual é o seu parâmetro para medir a sua vida para saber se tem feito coisas que desagradam a Deus?

quinta-feira, 20 de julho de 2017

A VERDADEIRA EXPERIÊNCIA COM JESUS – I João 1:1-4


O apóstolo João já era bem velhinho quando escreveu suas cartas. E, nesta carta, nós podemos ver a experiência de um homem de Deus escrevendo aos seus 'filhinhos' na fé sobre os FUNDAMENTOS DA VIDA CRISTÃ.

João conta da VERDADEIRA EXPERIÊNCIA COM JESUS que ele mesmo havia experimentado. Aquilo que ele estava escrevendo não era uma invenção da sua cabeça, nem uma história da qual ele havia ouvido falar: ele mesmo havia experimentado.

Para vivermos os FUNDAMENTOS DA VIDA CRISTÃ, precisamos de uma VERDADEIRA EXPERIÊNCIA COM JESUS. Não podemos basear nossa vida cristã na experiência de outras pessoas, tampouco devemos basear nossa vida com Jesus na religiosidade. Existem pessoas que baseiam sua vida cristã na doutrina e na vida da igreja. Porém, ainda que isso seja muito importante, se não existir uma VERDADEIRA EXPERIÊNCIA COM JESUS, a doutrina e a vida da igreja tornam-se apenas religiosidade.

Precisamos, individualmente, provar de um intenso relacionamento com Jesus.



    Para Meditar:

    1. Sua história pessoal com Jesus está baseado na experiência de outra pessoa?
    2. É comum você confundir a experiência com Jesus com uma experiência religiosa?
    3. Compartilhe uma experiência marcante que você teve com Jesus com alguém de sua família ou trabalho.

    terça-feira, 25 de março de 2014

    CADA VEZ MELHOR – Apocalipse 2:18-29

    Que cidadezinha mais sem graça! Esta era Tiatira. Das sete cidades das cartas de Apocalipse, esta é a mais inexpressiva. Curioso é que a carta mais longa de Jesus é destinada para a menor cidade. Não era um grande centro político; não era um grande centro religioso. Tinha poucos templos, o imperador não era muito cultuado nesta cidade, nem o Império. A comunidade judaica era inexpressiva. 
    Tudo o que podemos saber é que ela possuía um destacamento militar importante, um templo a Apolo (conhecido como o 'deus Sol') e algumas ligas comerciais. E a cidade rodava por conta dessas corporações. A cidade existia baseada nestas corporações comerciais.
    Alguém dificilmente sobreviveria na cidade de Tiatira se não fosse um 'empresário'. Mas para pertencer a essas associações comerciais, você precisaria participar dos grandes banquetes que eram oferecidos e que, muito provavelmente, eram dedicados a algum falso deus. E é aí que os cristãos de Tiatira encontravam sua dificuldade, porque essas festas eram preenchidas com muita idolatria e imoralidade.
    A igreja na cidade de Tiatira demonstrou um crescimento notável. O próprio Jesus destaca o amor, a fé, o serviço, a perseverança. E Jesus ainda ressalta que as últimas obras daquela igreja eram ainda mais numerosas. Se a cidade de Tiatira era inexpressiva, a igreja de Tiatira estava CADA VEZ MELHOR! Seu amor era cada vez melhor. O serviço cada vez mais abundante. A fé cada vez mais fervorosa. A perseverança cada vez mais firme.
    No entanto, a tolerância com o pecado era também cada vez maior... A igreja de Tiatira parece com muitas igrejas dos nossos dias: fazem um tanto de eventos, promovem diversas atividades, tem um culto vivo e perseveram na fé. Mas ao mesmo tempo não tratam o pecado como deveriam; são tolerantes demais com a imoralidade, a sedução da carnalidade. Estão cada vez mais associados espiritualmente com "a concupiscência da carne, [com] a concupiscência dos olhos [e com] a soberba da vida" (I João 2:16).
    O que aqueles crentes não percebiam é que estavam tão associados comercialmente com os ímpios que acabavam por associarem-se a eles também espiritualmente. O que eles não percebiam é que realizar obras cada vez melhores não é desculpa para tolerarmos o pecado. Aliás, a santidade na vida é o que nos leva a realizar obras cada vez melhores pra Jesus!

    Em Cristo,
    Pr. Thiago Mattos.

    quinta-feira, 20 de março de 2014

    FÉ SANTA E EQUILIBRADA - Apocalipse 2:12-17

    Pérgamo não se comparava, nem de longe, com Éfeso ou Esmirna. Não tinha o charme, nem a riqueza, nem a beleza das duas cidades mais importantes da Ásia Menor. No entanto, ela tinha uma outra característica marcante: a sua religiosidade.
    Um morador de Pérgamo teria muitas opções religiosas. Na cidade tinha um templo de Zeus (o principal deus do panteão greco-romano), outro de Atena (a deusa da sabedoria), outro de Dionísio (deus do vinho – as orgias eram consideradas uma adoração a esse deus) e Asclépio (ou Esculápio – deus da cura). Além disso, pela influência que do Império Babilônico, eram comuns as práticas de magias e adivinhações. Mas não era apenas isso: o lugar era, assim como Esmirna, um lugar de grande adoração ao imperador.
    Essa multiplicidade religiosa trazia à igreja uma intensa perseguição. Uma perseguição tão intensa que, semelhantemente à igreja de Esmirna, alguns chegavam a pagar com a própria vida pelo fato de serem cristãos. O próprio Antipas, citado por Jesus na carta, "foi morto nesta cidade" (vs. 13 – NVI). No entanto, mesmo em meio a tamanha perseguição, a igreja "não renunciou a sua fé."
    A característica que Jesus usa para descrever Antipas, "a fiel testemunha", passa a ter um significado especial para a igreja dos primeiros séculos depois de Cristo. A palavra "testemunha", em grego, língua em que o Novo Testamento foi escrito, é martus, de onde tiramos a palavra 'mártir'. Ou seja, naqueles dias, testemunhar com fidelidade era morrer pelo Evangelho, morrer por amar a Cristo!
    No entanto, algumas pessoas daquela igreja vinham negociando seus valores, sua fidelidade, sua adoração. Estavam se dobrando à imoralidade sexual e à idolatria. Na mesma igreja, onde pessoas morriam por amor a Jesus, algumas pessoas estavam se tornando idênticas àquela sociedade moralmente e espiritualmente perdida. Por isso, ao falar com a igreja de Pérgamo, Jesus se refere àquela cidade como o lugar "onde Satanás habita" (vs. 13), onde está o "trono de Satanás".
    Para nós, cristãos do séc. XXI, tão 'mente-aberta', 'descolados' e seguidores do 'politicamente correto' e da 'política da boa vizinhança' é muito estranho que o Mestre fale sobre um lugar com religiosidade tão abundante de forma tão dura.
    No entanto, Jesus nunca escondeu a verdade: Ele "tem a espada afiada de dois gumes" (vs. 12). A Bíblia faz diversas referências a espada como sendo a Palavra de Deus. Jesus é o Verbo ('logos'; palavra) de Deus (João 1:1). Em Jesus encontramos a revelação máxima do ser de Deus (Hebreus 1:1-3). Quem não conhece Jesus, não conhece o próprio Deus! Mas não apenas isso...
    Outras vezes, encontramos na Bíblia a associação entre a espada e juízo de Deus. Para aqueles que enxergam Deus como um velhinho bonzinho, mais parecido com o Papai Noel, precisam enxergam que a ira de Deus permanece sobre os filhos da desobediência (Efésios 5:6). 
    Fuja da ira vindoura! 
    Em Cristo,
    Pr. Thiago Mattos.